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Artigos

v. 15 n. 1 (2020): ABRIL 2020

Degradação de gnaisse e granito em fachadas de edifícios históricos no centro do Rio de Janeiro

DOI
https://doi.org/10.20985/1980-5160.2020.v15n1.1621
Enviado
abril 13, 2020
Publicado
abril 13, 2020

Resumo

A maioria do patrimônio cultural construído na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, é feito de gnaisse ou granito, e a exposição das fachadas ao ambiente poluído leva a uma forte degradação. Para entender estes processos meteorológicos, foram estudados cinco edifícios históricos na cidade. Estes exibiram manchas de ferro, desintegração granular, bolhas, fraturas incipientes e escamação de contornos e desenvolvimento de crosta negra. As amostras coletadas nestes edifícios foram examinadas na tentativa de compreender os mecanismos da meteorologia de superfície. Amostras de rochas foram coletadas em áreas que apresentavam sérios sintomas de decomposição de rochas. O conteúdo de ânions e cátions dos materiais de construção foi avaliado por espectrometria AA e análise cromatográfica de íons. As amostras também foram estudadas por microscopia de emissão de campo (SEM), análise petrográfica e pelo seu conteúdo biológico por SEM e análise de DNA usando Illumina Mi-Seq Next Generation Sequencing. Todas as análises químicas mostraram altas concentrações de sais solúveis, tais como halita e gesso, que desempenham um papel muito importante na resistência à intempérie da pedra. A FE-SEM com análise dispersiva de energia permitiu a detecção dentro da rocha de fungos filamentosos esparsos, grupos de células bacterianas, diatomáceas raras e bactérias filamentosas fotossintéticas especialmente interessantes incrustadas com gesso reprecipitado, mostrando a participação de microrganismos na degradação da pedra.

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